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BARRA FUNDA - NOVA BARRA
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MAIOR VALORIZAÇÃO
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DA CIDADE
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O Bairro da Barra Funda passa por
uma revitalização agressiva por se
tratar de local estratégico, foi um
bairro industrial e agora segue sua
nova vocação que é abrigar serviços
e moradias. Essa transformação está
fazendo com que o baiiro seja procurado
por moradores de visão, empreendedores
e profissionais liberais que estão fixando
seus negócios aqui; fato que fará com que
o bairro tenha uma expressiva valorização
de metro quadrado nos próximos 2 e 3 anos.

O bairro oferece lazer, cultura, entretenimento,
Educação e serviços e diversas opções de
Empreendimentos habitacionais em construção
Que estão a sua espera.

Podemos citar os Fóruns Criminal e Trabalhista,
Os Centros de Treinamento do São Paulo

e Palmeiras,
O Shopping West Plaza,
A Associação dos Advogados de São Paulo,

o Procon
O Memorial da América Latina,

o Terminal Rodoviário,
As 3 estações de Metro (Sta Cecília, Mal Deodoro e
Barra Funda, as panificadoras Iracema e Palmeiras e

muito mais

VALORIZAÇÃO REPORTAGENS




Uma Barra Funda de ''cara nova'' A NOVA BARRA!
Bairro que ainda ostenta resquícios industriais será repaginado com processo de revitalização. FONTE JORNAL DA TARDE
Esquecida do mapa do mercado imobiliário durante muitos anos, a Barra Funda aparece hoje como um dos bairros paulistanos com maior norteia potencial de desenvolvimento no setor. Também pudera. Com matéria-prima de sobra - leia-se ‘terrenos ociosos’ - por conta do seu processo de desindustrialização, a região apresenta ainda uma infra-estrutura plenamente consolidada e uma localização privilegiada que já virou a principal ferramenta de marketing dos investidores.Localizada na Zona Oeste, mas vizinha à Zona Norte e com fácil acesso ao Centro e à Zona Sul da Capital, a Barra Funda deverá ser totalmente repaginada nos próximos anos, acreditam os especialistas consultados pela reportagem.
“A Barra Funda está passando por um processo de revitalização que irá mudar a cara do bairro”, sentencia Flávia Consorte, gerente de marketing da construtora Setin, que entrega neste mês as chaves das primeiras unidades de um empreendimento (Mundo Apto) e lança outro no fim de agosto.
Segundo o diretor da imobiliária Lopes, Carlos Kapudjian, o bairro está passando por uma transformação que tende somente a beneficiar os atuais e os novos moradores. “É uma mudança de uso do solo rápida e positiva. A Barra Funda está deixando de ser um bairro industrial e se tornando residencial”, afirma. Estrutura para isso não falta. “O bairro tem vias largas e fácil acesso suficientes para suportar o tráfico que vai chegar”, completa Kapudjian.
A primeira incorporadora a observar o enorme potencial que a Barra Funda camuflava foi a Klabin Segall, que lançou em 2000 o condomínio com 400 unidades Cores da Barra. “Enxergamos a Barra Funda como uma excelente oportunidade. Além das coisas que estavam para acontecer, o bairro está estrategicamente localizado, possui uma malha viária completa e infra-estrutura consolidada. Faltava essa ousadia”, relata Marcela Carvalhal, gerente de marketing da empresa.
Revitalização
Concomitantemente à injeção de investimento privado no bairro, os órgãos públicos também planejam viabilizar projetos para revitalizar a região e atrair, conseqüentemente, ainda mais investidores e novos moradores. “Estamos fazendo uma processo de revitalização com a implementação de uma série de medidas de melhoria nos sistema viário”, relatou Paulo Magalhães Bressan, subprefeito da Lapa, que também administra a região da Barra Funda.
Entre as iniciativas citadas por ele estão os prolongamentos das avenidas Francisco Matarazzo e Auro de Moura Andrade, que margeia o muro que separa a linha de trem da CPTM. “Os projetos já estão orçados, mas é para médio prazo porque será preciso mexer na linha férrea”, explica Bressan. É justamente na Francisco Matarazzo que está situado o exemplo mais emblemático do processo de revitalização pelo qual passa o bairro. Com inauguração prevista ainda para este ano, o Shopping Bourbon é mais um fruto de investimento da iniciativa privada.
“Isso demonstra que o perfil do bairro deve realmente mudar। Estão construindo já pensando no consumidor diferenciado, de alta renda”, diz o subprefeito. Segundo ele, a chegada dos novos empreendimentos irá reafirmar uma divisão que já existe no bairro.

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Vida Nova na Barra Funda – NOVA BARRA
Fonte Revista Veja
O bairro dos velhos galpões se transforma em um efervescente pólo de cultura, agito noturno e lançamentos imobiliários. O movimento de casas noturnas, centros culturais e restaurantes faz do bairro um dos destinos preferidos para novos empreendimentos. Só nos últimos três anos, o preço do metro quadrado ali se valorizou mais de 35% .
A Barra Funda não é mais a mesma. Que o diga o barbeiro Milton Greggio, de 64 anos, um dos mais antigos do bairro. Desde 1961, esse descendente de imigrantes italianos observa as redondezas. De sua portinha na Lopes Chaves, a mesma rua onde viveu o escritor modernista Mário de Andrade, Greggio percebe parte da transformação do bairro pelos clientes que se sentam nas tradicionais cadeiras Ferrante vermelhas de seu salão despojado. "Antes só vinham meus contemporâneos, moradores dos casarões antigos e funcionários das fábricas", conta. "Hoje a clientela é mais jovem, com rapazes tatuados que gostam de longas costeletas, cabelos modernos e barbas esquisitas." Greggio se refere aos freqüentadores das casas noturnas, aos artistas e aos recém-chegados moradores dos novos empreendimentos imobiliários.
Espalhada por uma área de 5,6 quilômetros quadrados entre a Marginal Tietê e os bairros de Perdizes, Lapa, Pompéia, Campos Elíseos e Bom Retiro (veja mapa ), a Barra Funda recebeu suas primeiras edificações no fim do século XIX. A inauguração de estações das estradas de ferro Santos–Jundiaí e Sorocabana, além de fábricas como as das Indústrias Matarazzo, atraiu moradores à região. Imigrantes italianos se estabeleceram em vilas operárias e sobrados estreitos, alguns preservados até hoje. Na virada dos anos 70, o bairro entrou em um súbito processo de deterioração por causa da construção do Minhocão, que derrubou o preço dos imóveis de seu entorno.
A situação começou a mudar com a abertura, em 1988, do terminal de trem, metrô e ônibus urbanos, intermunicipais e interestaduais. Diariamente, 500 000 pessoas passam por ali. Em uma cidade que tanto sofre por causa do trânsito, a fartura de transporte público conta como ponto positivo. Outro trunfo é sua localização estratégica – perto da Marginal Tietê e de avenidas como Pacaembu e Sumaré, mais o próprio Minhocão, que faz a ligação das zonas Oeste e Leste. Na esteira da facilidade de acesso, galpões e sobrados caindo aos pedaços foram transformados em ateliês e estúdios, em um processo semelhante ao de bairros nova-iorquinos como SoHo e Chelsea. "A Barra Funda nasceu residencial e depois virou centro de indústria e de comércio, mas agora volta a atrair moradores", diz o corretor Ricardo Gutierrez, da Imobiliária Osvaldo Gomes, desde 1965 na Rua Barra Funda. Segundo a incorporadora Klabin Segall, nos últimos três anos o preço do metro quadrado dos novos empreendimentos valorizou-se mais de 35%.
De 2003 para cá, oito casas noturnas passaram a animar as madrugadas e pelo menos cinco galerias ou lojas de objetos de decoração se instalaram ali। Centros culturais como o Memorial da América Latina e o Teatro São Pedro tiveram sua programação reforçada. Com a Operação Urbana Água Branca, projeto da prefeitura que estimula a urbanização da região, já são onze prédios residenciais saindo da planta. Em março, a prestigiada Galeria Fortes Vilaça abriu uma unidade por lá e na próxima semana será inaugurada a Gran Fornalha, uma superpadaria com 1100 metros quadrados. A Barra Funda renasce – como é possível perceber nas próximas páginas – e os moradores comemoram. "É ótimo poder sair a pé para assistir a apresentações do Memorial com minha mulher nas sextas à noite", anima-se o barbeiro Greggio, que já curtiu até show de rock no badalado CB Bar. Sua única preocupação é que o boom imobiliário traga com ele a descaracterização. "A Barra Funda precisa crescer sem perder a alma."

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NOVA BARRA – VALORIZAÇÃO EM TODOS OS LADOS - UnespSão Paulo, SP - Em terreno de 24 mil m2, junto ao Terminal Barra Funda do Metrô, zona oeste da capital, o novo campus da Universidade Estadual Paulista (Unesp) funcionará a partir de março próximo, recebendo inicialmente 800 alunos dos cursos de graduação em música e artes; e pós-graduação em física, remanejados de unidades em funcionamento nos bairros: Ipiranga e Bela Vista.O novo campus उनेस्प soma-se a outros equipamentos urbanos de porte, públicos e privados (como o Fórum do Tribunal de Justiça, o Memorial da América Latina e a Universidade UniNove), que têm contribuído para revitalizar a Barra Funda, um dos bairros mais antigos da cidade de São Paulo. A revitalização tomou força nos últimos três anos, com a entrega de inúmeros prédios comerciais, ocupando os “vazios” deixados pelo êxodo das indústrias, rumo ao interior do Estado ou à cidades da Região Metropolitana da capital.O segundo momento da revitalização da Barra Funda se fará sentir a partir da metade de 2009, com as primeiras conclusões dos novos edifícios residenciais, e consequente chegada dos seus moradores.Valorização - Um passeio pelas ruas da Barra Funda permite concluir que o bairro já não é o vizinho pobre de Higienópolis e de Perdizes. Nos quarteirões entre o Terminal do Metrô e a Avenida Francisco Matarazzo (um dos limites com a região mais valorizada de Perdizes), além do surgimento dos prédios comerciais, ofertados, com sucesso, como alternativa às avenidas Paulista, Faria Lima e Berrini, pelo menos seis novos prédios residenciais foram lançados durante 2008.Enquanto os novos prédios comerciais, em sua maioria, ocupam espaços anteriormente utilizados por indústrias, os edifícios residenciais estão sendo erguidos, com raras exceções, a partir de demolições de conjuntos de casas deterioradas pelo tempo e transformadas em cortiços.Com a alteração positiva da paisagem urbana, o bairro começa a se beneficiar de significativa valorização. Nos quarteirões vizinhos às áreas mais valorizadas de Perdizes (entre as avenidas Pacaembu e Sumaré), o preço do metro quadrado de lançamentos na Barra Funda (entre R$ 2.900 a R$ 3.800) equivale e até supera o valor do m2 de revenda de imóveis localizados em outros pontos de Perdizes, após a Avenida Sumaré. Muito espaço para construir e substancial perímetro inserido nos 1,2 milhão de m2 da Operação Urbana Água Branca (esta e operações similares oferecem possibilidade de construir, na capital, além dos limites da Lei de Zoneamento, desde que compensado por contrapartida financeira, para a execução de obras de interesse público), a Barra Funda se fortalece como bairro de destaque para os interesses imobiliários durante 2009.Estrutura urbana - A construção do Memorial da América Latina, projeto de Oscar Niemeyer, inaugurado em 1989, é um dos principais marcos da transformação da paisagem urbana da Barra Funda, além de importante palco para o lazer e a cultura, tanto para os paulistanos, quanto visitantes de outras cidades, estados e países.O Terminal Barra Funda, além de basear a linha Leste-Oeste da Companhia do Metropolitano e a linha da Companhia Paulista de Trens Urbanos (CPTM), é ponto de chegada e partida do transporte rodoviário intermunicipal e interestadual, para longínquos pontos do país.O cotidiano do bairro é pródigo em comércio e serviços. É estreita a sua proximidade com os shoppings West Plaza e Bourbon, e com vários supermercados, entre eles Wall Mart, Bon Marché, Pão de Açúcar e Sondas.Na divisa da Barra Funda com Perdizes está o Parque da Água Branca, que além de agradáveis recantos para lazer contemplativo, espaços infantis e para a terceira idade, museu de arqueologia e outros atrativos, nos finais de semana mantém intensa programação, incluindo festas folclóricas, exposições de animais, leilões e rodeios.